<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302</id><updated>2012-01-27T13:40:56.811-08:00</updated><category term='filosofoda'/><category term='assassinos'/><title type='text'>Tarrasque Arqueiro</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-6449628687929985754</id><published>2012-01-26T13:30:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T17:00:26.029-08:00</updated><title type='text'>crítica: Guerreiro (Warrior)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-via6HAUD5QM/TyHB-_bAcpI/AAAAAAAAAD0/NKnpSl1Jfe8/s1600/13221917591333.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-via6HAUD5QM/TyHB-_bAcpI/AAAAAAAAAD0/NKnpSl1Jfe8/s320/13221917591333.jpeg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que exatamente define alguém como um lutador...um guerreiro?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Não estamos todos vivenciando nossos respectivos conflitos pessoais?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Aonde se encaixa então no imaginário coletivo a figura desse combatente implacável...?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Seria o herói cujos grandiosos atos de coragem o situam como um bastião de moral e admiração?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Ou seria aquele homem comum, o pai de família que a despeito de todas as limitações está determinado a se impor contra inimigos superiores e diante de situações que todos alegam escapar ao seu alcance?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Ou seria ainda, o vilão arrependido, vítima da tragédia de seus próprios atos em sua jornada diária buscando uma redenção que talvez nunca encontre?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é centrada na reaproximação de uma família de lutadores quando um torneio de MMA é anunciado garantindo o inédito prêmio de 5milhões de dólares ao vencedor. Em um primeiro momento, o filme nos apresenta a figura de um velho religioso, bastante devoto, alheio a bebidas e amistoso ao reencontrar um antigo conhecido que, por sua vez, irá desconstruir toda essa imagem inicial ao se revelar como o filho desse idoso ex-&lt;span class="palavra"&gt;alcoólatra&lt;/span&gt; cujo passado é marcado por negligenciar suas responsabilidades com a própria família. O reencontro serve para restabelecer a vitoriosa relação entre treinador e aluno, mas não entre pai e filho - como este último insiste em deixar bem claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, é introduzido o outro filho Brendam que possui seu próprio núcleo familiar no interior do qual, parece não faltar amor, leveza e alegria, embora nos bastidores acentuem-se os problemas financeiros. É justamente os desdobramentos dessa questão que o levará de volta aos ringues que havia abandonado, naturalmente colocando-o em rota de colisão com o irmão. A relação entre ambos também é problemática, pois no passado enquanto Tommy optou por fugir com a mãe e teve que vê-la adoecer e morrer sob seus cuidados, Brendam decidiu se manter junto a namorada da época - hoje sua esposa com quem tem 2 filhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comum, os irmãos possuem o desprezo pelo pai, embora Brendam se resuma a chamá-lo de 'apenas um velhinho simpatico' para as filhas sem revelar que estão diante do avó antes de despachá-lo. Já Tommy não possui ninguém próximo restando apenas um vazio preenchido pelo rancor acumulado ao longo dos anos. Ele ironiza a atual sobriedade do pai, desdenha de qualquer tentativa de intimidade e o faz usando as palavras mais duras possíveis. Essa sufocante convivência entre os 2, sempre desprovida de brechas para reconciliações e reparações atinge seu ponto máximo de tensão durante uma conversa num cassino, cuja resolução compõe a melhor e mais sincera cena de todo o longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente as lutas em si, são ao mesmo tempo extensão e metáfora de toda essa miríade de agressões e conflitos familiares, cujo clímax é justamente o embate direto entre os Conlon na final do torneio - uma obviedade que o próprio trailer não faz questão de esconder. É justamente essa previsibilidade e o excesso de clichês mantidos para sustentar a história o grande problema. Há toda uma sequência de coincidências para ambos os irmãos entrarem dentro do seleto torneio. Além disso, não basta o pai &lt;span class="palavra"&gt;alcoólatra&lt;/span&gt;. Não basta a mãe morrer enferma. Tommy se torna um fuzileiro naval. Mas lá também perde um valioso amigo. Tudo bem. Ele adota a família do falecido como merecedora do prêmio caso vença o torneio já que não possui uma pra si, como o irmão. Desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álias, Brendam que carrega desde a infância o estigma de azarão vai ganhando suas lutas com a mesmíssima estratégia, a mesma 'reviravolta'. Com um final tão manjando, a inserção de um antagonista lutador russo, supostamente ameaçador perde muito de seu peso quando é tão fácil nao temer pelos protagonistas. Uma pena, pois caso fosse apostado numa história menos manjada e sem excessos, sobraria mais credibilidade pra essa bela tragédia familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; diego bueno&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-6449628687929985754?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/6449628687929985754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=6449628687929985754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/6449628687929985754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/6449628687929985754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2012/01/critica-guerreiro-warrior.html' title='crítica: Guerreiro (Warrior)'/><author><name>diego bueno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13828698091644556178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-via6HAUD5QM/TyHB-_bAcpI/AAAAAAAAAD0/NKnpSl1Jfe8/s72-c/13221917591333.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-507160505256134774</id><published>2012-01-23T18:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T19:06:22.681-08:00</updated><title type='text'>Qualquer coisa que sair...pra tirar a sujeira do cano..</title><content type='html'>- Alô?&lt;br /&gt;- Alô...&lt;br /&gt;- Quem fala?&lt;br /&gt;- Jacir.&lt;br /&gt;- É da casa do Jacemir?&lt;br /&gt;- Com quem eu to falando?&lt;br /&gt;- Gostaria de falar com o Jacemir é da casa dele?&lt;br /&gt;- Mas quem é que ta falando?&lt;br /&gt;- Moço eu preciso falar com o Jacemir.... É da casa dele?&lt;br /&gt;- Desculpa, mas você quem me ligou, então você precisa se identificar primeiro!&lt;br /&gt;- Nossa! Mais por que isso?&lt;br /&gt;- Claro... Por segurança, e eu sou moça não moço!&lt;br /&gt;- Tá certo, desculpe então.&lt;br /&gt;- Ok.&lt;br /&gt;... 10 segundos ...&lt;br /&gt;- Alo?&lt;br /&gt;- Então... A senhora podia chamar o Jacemir?&lt;br /&gt;- Mais quem ta falando?&lt;br /&gt;- Ah sim claro... Sou eu o José Carlos!&lt;br /&gt;- Tá.... Mas que José Carlos?&lt;br /&gt;... 20 segundos ...&lt;br /&gt;- Alô?&lt;br /&gt;- Esculta aqui seu filho da puta, num quero saber se tu é homem ou mulher vai chamar esse porra desse Jacemir que o assunto é do interesse dele e não meu!&lt;br /&gt;- Aqui não mora nenhum Jacemir, num seria Jacir?&lt;br /&gt;- O lha minha senhora, eu não sei...&lt;br /&gt;- Então tá...&lt;br /&gt;- "Tá" o que?&lt;br /&gt;- Eu tambem não sei.&lt;br /&gt;- Posso adiantar o assunto pra senhora?&lt;br /&gt;- Acho que sim...&lt;br /&gt;- Mas a senhora ou alguem dessa casa trabalha no banco do brasil?&lt;br /&gt;- Ai João... Por que você precisa saber disso?&lt;br /&gt;- A vai se fuder... &lt;desliga&gt;&lt;br /&gt;- Crédo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-507160505256134774?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/507160505256134774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=507160505256134774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/507160505256134774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/507160505256134774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2012/01/qualquer-coisa-que-sairpra-tirar.html' title='Qualquer coisa que sair...pra tirar a sujeira do cano..'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-4052658937281970452</id><published>2012-01-23T17:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T18:43:23.530-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofoda'/><title type='text'>Porque gosto de ouvir a opnião do Milton...</title><content type='html'>Me deu uma puta de uma vontade de voltar a escrever...&lt;br /&gt;Mas se antes meus "únicos" problemas eram os estupidos erros gramaticais e os constrangedores erros ortográficos agora me falta tambem a criatividade.&lt;br /&gt;Ou seja, sou o analfabeto funcional de sempre só que agora numa versão mais velha e desinteressante, se é que existe essa ultima possibilidade.&lt;br /&gt;Por que quero escrever então?&lt;br /&gt;Hoje reli todos, ou quase todos, os textos desse blog, então percebi que quase ninguem tinha feito isso, mas relendo, relembrei o que sentia naqueles tempos. Isso da prazer, prazer de memória, coisa escrota de se sentir, eu sei, principalmente quando a memória nem é tão boa.&lt;br /&gt;E é claro que devo admitir que fiquei realmente satisfeito com a qualidade de alguns dos textos, não pela gramática ou pela ortográfia, mas pela criatividade e inteligência dos argumentos.&lt;br /&gt;Ainda assim é frustrante quase ninguém ter lido, mesmo tendo uma certa vergonha dos textos por todos os motivos listados até aqui e por varios outros, o ego é uma coisa cretina!&lt;br /&gt;Sendo assim poderia apagar o blog e continuar escrevendo offline, mas decidi que gosto de ler os comentários do Milton, que é com certeza quem mais comentou nesse blog, e das outras poucas pessoas que passaram por aqui, sendo assim vou tentar continuar.&lt;br /&gt;Vinha a mais de um ano tentando escrever um livro, e achei que com esse periodo sem trabalhar ia conseguir finalizar... Mas ta dificil....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim agradeço mais uma vez ao Milton, e a TODOS ( :) ) os outros: Grivol, Anonimos ofensivos, Gabrielle, Aline e outros que eu não lembro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-4052658937281970452?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/4052658937281970452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=4052658937281970452' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/4052658937281970452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/4052658937281970452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2012/01/porque-gosto-de-ouvir-opniao-do-milton.html' title='Porque gosto de ouvir a opnião do Milton...'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-612612115407266991</id><published>2011-08-09T19:30:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T19:36:06.780-07:00</updated><title type='text'>Procrastinação</title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: arial; font-weight: normal;" id="firstHeading" class="firstHeading"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;"Procrastinei!" Esse seria o meu epitáfio perfeito, mas talvez sem o ponto de exclamação ficasse mais coerente... &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;Alias, vou terminar o texto assim que tiver mais animo...&lt;br /&gt; &lt;h1 style="font-family: arial;" id="firstHeading" class="firstHeading"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-612612115407266991?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/612612115407266991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=612612115407266991' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/612612115407266991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/612612115407266991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2011/08/procrastinacao.html' title='Procrastinação'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-9156025708115415792</id><published>2009-07-02T20:47:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T21:07:56.768-07:00</updated><title type='text'>Sincera</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Desculpa por não ter conseguido fazer melhor, desculpa o meu mau jeito e desculpa também o meu jeito mal, me desculpa por ser cada vez pior. Sério, me desculpa, mas não consigo parar, desculpa, só sei dizer isso, tudo o que faço é pedir que tirem de mim a culpa que ainda não é minha, ainda.&lt;br /&gt;A culpa que não existe, ainda.&lt;br /&gt;Desculpa essa minha mania de inferioridade, desculpa a minha covardia. Perdoa minha agonia, minha ansiedade, e, por favor, me desculpa, mesmo, de verdade, pela insistência nessa vontade.&lt;br /&gt;Desculpa mas não tenho coragem para contar minha história, desculpa por mentir sempre, desculpa, mas minto mesmo quando falo a verdade.&lt;br /&gt;Desculpa por ser repetitivo, desculpa, mas sinceramente não sito culpa. Peço que entenda, mas só quero o sono noturno. Desculpa meu irmão, mas chegarei atrasado.&lt;br /&gt;Desculpa mas é que eu não gosto de você, gosto mesmo é de achar que você me gosta, mas me perdoa por não acreditar nisso.&lt;br /&gt;Desculpa meu ódio e minha falta de compaixão, desculpa o meu pai.&lt;br /&gt;Desculpa Senhor, desculpa nossa fraqueza, me desculpa pela frieza, a todos, aviso, não sinto mais medo, não sinto mais tristeza, não sinto nenhuma alegria.&lt;br /&gt;Apenas sinto muito, sinto pelo incomodo. Peço sinceras desculpas e permaneço sozinho, lutando com minha fraqueza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-9156025708115415792?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/9156025708115415792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=9156025708115415792' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/9156025708115415792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/9156025708115415792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2009/07/sincera.html' title='Sincera'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-5455591207443364166</id><published>2009-04-08T19:33:00.000-07:00</published><updated>2009-04-09T21:08:08.282-07:00</updated><title type='text'>O Homem (Sabado)</title><content type='html'>Nasceu numa manhã chuvosa de segunda, casou-se ao por do sol de uma tarde de terça com o maior amor de sua vida, Nas primeiras horas de quinta se viu pai pela primeira vez, anos depois numa quarta-feira se viu traido.&lt;br /&gt;Sexta-feira de maio, já com certa idade reviu ex-esposa e ex-filhos, havia fugido deles de toda a descepção sentida e causada, mas agora retornava . No domingo de festa o homem morreu, satisfeito e sozinho, em carne e espirito apodreceu.&lt;br /&gt;Em sua vida machucou-se e foi machudo pois amou e foi amado, mas por culpa da infinita fraqueza humana traiu e foi traido, mentiu e foi mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Maia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-5455591207443364166?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/5455591207443364166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=5455591207443364166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/5455591207443364166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/5455591207443364166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2009/04/o-homem.html' title='O Homem (Sabado)'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-6223013000757348125</id><published>2009-04-08T19:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T19:14:26.456-07:00</updated><title type='text'>Relatos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;13 de março de 2009 - 7:30 AM -&lt;/strong&gt; A apenas cinco horas ele havia dormido, ao se levantar checou a temperatura do computador, com as luzes que indicavam funcionamento queimadas essa era a única forma de ter certeza se ele estava ligado, o som do exaustor da maquina não era de grande ajuda, o ventilador do quarto estava ligado.&lt;br /&gt;Era sábado, sozinho no quarto e na casa sentou-se na cama e lembrou da noite anterior, não dos fatos importantes ou das conversas que teve, forçou-se apenas a lembrar dos últimos pensamentos que havia tido antes da escuridão do quarto entrar pelas frestas de seus olhos enegrecendo sua consciência. Esse exercício diário já vinha se repetindo a dois ou três meses, fazia isso todas as manhãs, era um exercício mental que segundo um artigo reforçava a capacidade intelectual do praticante.&lt;br /&gt;Levantou-se, decidiu ficar nu, estava sozinho, seu quarto ficava na parte superior da casa juntamente com os outros quartos da família, entre seu quarto e a escada havia uma sala de estar, o vidro da janela sem persianas fazia sua nudez perceptível, ainda que a considerável distancia, a um eventual transeunte, não se importou.&lt;br /&gt;Ele nunca foi desinibido, excesso de pudor e de preocupação com a opinião alheia nunca lhe faltaram, não havia ocorrido na sua vida recente nenhum fato que o tivesse feito mudar, eram 7:50 AM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de novembro de 2006 – 6:30 AM -&lt;/strong&gt; A luz do quarto se acende, na cama seus olhos vêem sua mãe entrar, seu corpo se ergue rapidamente, boceja, pega o copo de leite e agradece. Enquanto sua mãe vai até a frente da casa recolher o jornal ele vira o copo, quando ela volta, ele lhe entrega e agradece novamente deitando-se, ela então diz:&lt;br /&gt;- Não vai atrasar hein...&lt;br /&gt;- O celular toca antes das sete horas fica “sussa”.&lt;br /&gt;A porta fecha, a escuridão é rala a luz teima em entrar pelos cantos da janela, ele não dorme. Passa vinte e dois minutos pensando que não tem tempo suficiente para dormir, desejando poder dormir mais, como seria bom não trabalhar, pensa que é besteira pensar essas coisas, e então não pensa nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de novembro de 2006 –  7:00 AM -&lt;/strong&gt; A porta de madeira ruim esta fechada, bem no fundo é possível escutar o toque imbecil de um celular, alguns minutos e a porta se  abre, através dela ele surge se arrastando até o banheiro, escova os dentes lava o rosto, se encara no espelho tenta arrumar o cabelo, enquanto isso lá fora o jornal esta sobre a mesa da cozinha, sua mãe voltou para cama, à descarga ecoa incomodamente pela casa a porta se abre ele senta na cozinha folheando o jornal no pior dos cadernos, olha uns minutos levanta bebe água, ele bebe muita água, e sai arrastando seu corpo pesado de sono até o serviço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;18 de novembro de 2006 –  7-30 AM -&lt;/strong&gt; Existe algo no ponto de ônibus que o incomoda, todos ali são mulheres, homens bem mais velhos que ele, ou ainda guardinhas, não existem outros caras como ele ali, onde essa gente está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de novembro de 2006 –  8:04 AM -&lt;/strong&gt; Como sempre ele chega quatro minutos atrasado no trabalho. Cumprimenta as pessoas, é sempre assim quando ele chega existe sempre a quase obrigação de saldar a todos, talvez por ser o ultimo a chegar, mas quando chegam depois dele esse peso recai sobre ele novamente, é algo estranho é como se fosse uma inferioridade social que ele não consegue vencer, o problema é causado por uma falha no processo de percepção enquanto ele olha para um rosto, ele sempre olha por um segundo a mais que o normal, talvez por isso as pessoas esperam que ele fale alguma coisa, mas quando ele é flagrado por essa expectativa acaba ficando confuso e se enrolando em um cumprimento quase símio.&lt;br /&gt;Ele não tem grandes amigos no trabalho, ele é um novato lá, isso não lhe incomoda, as pessoas de lá são agradáveis em sua maioria, talvez por serem quase todas elas mulheres. É sempre melhor estar com mulheres, essa é sua opinião, não que ele seja afeminado, alias. Ele deseja todas as mulheres dali com idade próxima a sua, não é que ele seja algum tarado, é que todo homem é assim, pelo menos os que ele conhece, nesse ponto ele se acha normal.&lt;br /&gt;A única coisa que o incomoda no trabalho e em tudo depois da escola até mesmo na faculdade é a falta de profundidade das coisas nada mais é tão intenso, nada tudo nele esta ficando cada vez mais calejado.&lt;br /&gt;O dia corre lento, enquanto dobra papeis, rasga papeis, sobe e desce escadas ele fica o dia todo preso em sua mente, onde fluem correntes de pensamentos continuas e variadas, durante o dia sempre que ele cruza com alguém que julgue interessante tenta estabelecer uma conversa, mas a falta de intimidade acaba tornando as conversas mais curtas do que desejaria.&lt;br /&gt;A tarde acaba e ele parte para o ponto, lá ele quase sempre encontra alguém conhecido, ai as coisas são mais fáceis e antes que ele perceba esta novamente na frente da sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 de março de 2009 - 8:30 AM -&lt;/strong&gt; Saindo do banheiro ele pensou em retornar e tomar banho, decidiu deixar para mais tarde, nesse instante em que deixava o banheiro um pensamento complexo pela quantidade de considerações e conclusões nele contidas passou por sua mente, estava preocupado, já a alguns meses vinha usando algumas drogas para perda de peso, havia perdido quinze quilos, aquilo não o satisfazia, nem era esse o intuito, pensou que não havia intuito, não pleiteava aumento ou ganho de beleza, não queria ficar saudável, era suficientemente inteligente para saber que essa seria a ultima das conseqüências do uso daquelas coisas, pensou que talvez os vários comprimidos diários estivessem provocando a diarréia alternada por períodos de prisão de ventre. Olhando de relance no espelho pensou em escovar os dentes.&lt;br /&gt;Mas uma vez sua consciência desdobrou o foco de raciocino, lembrou da infância, e de como era elogiado sempre que ia ao dentista na infância, nunca teve caries, os dentes sempre foram alinhados, pensou em qual seria o peso da recomendação dos dentistas sobre escovar varias vezes os dentes durante o dia. Secretamente, sempre foi negligente com isso, na infância muitas vezes se trancava no banheiro brincando com soldadinhos de plástico na pia cheia de água, e depois, apenas bochechava um pouco de água com pasta, mais tarde a vaidade e com ela o costume de escovar os dentes se fundamentou.&lt;br /&gt;Porem diversas vezes ele incorreu no antigo crime, entrava no banheiro, e de frente pro espelho travava calorosos debates consigo próprio, interpretando todos os envolvidos e quando se dava conta do atraso saia fazendo apenas o velho e prático bochecho.&lt;br /&gt;13 de março de 2009 - 9:10 AM - Entrando na casa com o jornal do dia nas mãos ele desfaz o kilt improvisado com uma camisa social e uma esportiva, afortunadamente esquecidas na sala na noite anterior, deixadas ali mesmo respectivamente nas voltas do trabalho e da faculdade.&lt;br /&gt;Deixar as coisas jogadas, andar nu. Prazeres da solidão.&lt;br /&gt;Seguiu para cozinha ligou o ventilador de teto, não sentia calor, era só um costume, ligou o televisor, sem dar atenção à programação, não quis sentar-se despido sobre a cadeira recentemente comprada pela mãe, pudor ridículo, apanhou na geladeira uma caixa de suco de pêssego e uma conserva de azeitonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 de março de 2009 - 18:00 PM -&lt;/strong&gt; Após comer macarrão instantâneo com restos de carne moída e arroz deixados pela mãe, pensou em ligar para algum amigo, percebeu que não seria o melhor dia, estava estafado, não havia feito nada o dia todo, mas também não queria fazer nada em especial.&lt;br /&gt;Deitou-se na sala, e dormiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de novembro de 2006 –  19:00 PM -&lt;/strong&gt; Ele corre para faculdade, lá ele encontra alguns amigos da época da escola, é sempre agradável, mas não são mais as mesmas pessoas, ainda bem por que senão seriam um bando de retardados, mas mesmo assim, isso é de alguma forma triste para ele, definitivamente não leva a faculdade a sério, ninguém leva Processamento de Dados a sério, só existem três motivos para ele estar ali, é uma profissão que tem bons salários, seus amigos estão ali, é uma faculdade publica.&lt;br /&gt;Ele não quer fazer nenhuma faculdade em especifico, vai acabar essa antes dos 23 daí talvez ele já saiba o que vai querer fazer,  por hora ele vai levando, às vezes ele mata as ultimas aulas para ir ao cinema, depois de responder a chamada, mas dessa vez ele vai para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de novembro de 2006 –  22:45 PM -&lt;/strong&gt; Ele estaciona o carro na garagem, abraça a mãe, liga o computador, toma banho, fica trinta minutos na internet conversando com alguns conhecidos que ele consegue encontrar, por fim ele dorme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-6223013000757348125?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/6223013000757348125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=6223013000757348125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/6223013000757348125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/6223013000757348125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2009/04/relatos.html' title='Relatos'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-5116848333984587870</id><published>2009-04-08T18:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T19:15:25.950-07:00</updated><title type='text'>Cadela Sarnenta</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Essa é a História de Thais Samiuchi, irmã mais velha de Bruna Samiuchi apresentada anteriormente no texto “Cadela Abandonada”, Thais é a garota de peruca azul que recebe o dinheiro de Bertunni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/07/cadela-abandonada.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/07/cadela-abandonada.html&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Os fatos relatados nessa história ocorreram nove meses antes dos ocorridos em “Cadela Abandonada”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meia noite de vinte quatro minutos, a garota sozinha na praça escura apaga o cigarro ao perceber o Honda preto com quatro garotos dentro buzinar e fazer a volta no meio da rua, ela olha para os lados procurando movimento, esta sozinha.&lt;br /&gt;- Oi gata, o que você faz por trinta?&lt;br /&gt;- Oi "GATO"... Olha, por trintinha eu posso cagar e mijar na sua boca seu pivete retardado!&lt;br /&gt;- Se fudeu grandão! - Diz o garoto branco de cabelo miojo - Eu falei pra você deixar quieto essa peruana magrela.&lt;br /&gt;A garota se abaixa e olha através janela do carona ignorando o rapaz que a havia abordado.&lt;br /&gt;- Peruana é a puta da sua mãe, eu sou japonesa seu merda, e pode ficar tranqüilo viado que eu não vou roubar o teu machinho cabeludo não... Não precisa ter ciúmes.&lt;br /&gt;O garoto de cabeludo olha para o amigo rindo.&lt;br /&gt;- Cara essas vadias fumam craque o dia inteiro, dai a gente vem aqui na maior boa vontade querendo ajudar e é destratado assim, "PUTA" mancada, vamo embora que já deu pra ficar atordoado com tanta patada.&lt;br /&gt;Quando ele diz isso repara que o amigo sentado ao seu lado, alem de não rir encara muito assustado a prostituta, ele então se volta na direção dela e fica estatico.&lt;br /&gt;- Então... Os viadinhos podem até ir embora, mas passem as carteiras e a garrafa pra mim - Empunhando o trinta e oito de cano curto a Japonesa olhava ansiosamente para os lados, transparecendo ansiedade.&lt;br /&gt;Os garotos assustados entregam as carteiras.&lt;br /&gt;- Pode ficar com o dinheiro moça, mas devolve os documentos, por favor! O documento do carro ta ai dentro.&lt;br /&gt;- É isso ai princesa, juro que se você devolver os documentos a gente vai embora direto pra casa, sem policia e sem nenhum problema pra ninguém.&lt;br /&gt;- Mas eu já estou tranqüila, se quiserem me denunciar é só dobrar a esquerda na próxima avenida e quando chegarem na praça vão ver a delegacia - Ela falava enquanto revirava a carteira de um dos garotos - Dai chegando lá é só vocês pedirem para falar com o Samuel Prado, é um negão, acho que é cabo sei lá, ele me "atendeu" da ultima vez que eu fui passar a noite lá, é só dizer "Puta, Armada, Japonesa, Louca" dizendo qualquer uma dessas com essa cara de viado gripado que vocês estão ele já vai sacar na hora.&lt;br /&gt;O Rapaz no banco de trás que tinha ficado quieto até agora começou a falar, tentando ridiculamente parecer calmo.&lt;br /&gt;- Puta que o pariu, a gente ta bêbado e falou besteira, mas devolve o documento por favor, o carro nem é do pai do moleque, a gente vai complicar o coroa se você não devolver.&lt;br /&gt;- Mimimi... Pau no cu dele, e deixa eu acabar de falar sua bicha preta, não tem nada haver com o que vocês falaram ou não, quatro punheterinhos num carro, mesmo se vocês tivessem me chamado de madame e me convidado pra ir tomar sopa eu é que ia foder vocês, já estava escrito - A garota que antes tinha uma aparência franzina e debilitada, soava aterrorizante, explodindo num riso cínico - Some daqui Bruninho!&lt;br /&gt;Ela volta o olhar pra eles com o RG do garoto de cabelos cacheados nas mãos, o lápis passado no olho direito retém uma gota de suor que escorre negra marcando seu rosto deixando a cara da piranha ainda mais assustadora, Bruno treme.&lt;br /&gt;- Imagina eu presa contando pra dona Juciara que o pinto do filho dela tem três centímetros e que ele quis lamber o saco do amigo enquanto comia o meu cu - Imagina a cara dela ouvindo isso Bruninho, tem um telefone aqui, vamo ligar pra ela? Ou quem sabe quem atende é o Otavio? Seu pai né? Ele mora com vocês Bruno? Ele sabe que você é viado?&lt;br /&gt;O Rapaz do banco de trás grita, Surpreendendo Thais por um momento.&lt;br /&gt;- Devolve essa porra agora sua biscate chapada do caralho, eu num tenho medo desse trabuco velho não.&lt;br /&gt;Após a breve surpresa Thais esperou alguns segundos, o silencio e a falta de habilidade do rapaz em se manter ameaçante era tão ridícula que foi difícil controlar o riso.&lt;br /&gt;- Nossa deu até um tesão agora Moleque, se quiser sai do carro que eu até dou pra você de graça, tipo... Eu to com uma micose, se você não ligar eu acho que to no clima depois desse grito. Parecia até meu pai.&lt;br /&gt;O rapaz pragueja e se recosta vencido no banco traseiro do carro.&lt;br /&gt;Ela engatilha a arma.&lt;br /&gt;- Dez.&lt;br /&gt;- O que?&lt;br /&gt;- Nove.&lt;br /&gt;- Puta merda a gente entregou tudo pra você, o que você vai fazer com a merda do documento?&lt;br /&gt;- Quatro... Três!&lt;br /&gt;Os garotos saem cantando pneu, nas carteiras duzentos e sessenta reais, cartões e outras porcarias.&lt;br /&gt;Thais Samiuchi, guarda as carteiras na bolsa, ficando apenas com o documento do carro na mão, vai até o meio fio e joga o documento na boca de lobo.&lt;br /&gt;- Chupa essa Bruninho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-5116848333984587870?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/5116848333984587870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=5116848333984587870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/5116848333984587870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/5116848333984587870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2009/04/cadela-sarnenta.html' title='Cadela Sarnenta'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-1274492422377567160</id><published>2008-12-24T20:26:00.000-08:00</published><updated>2008-12-24T20:27:33.711-08:00</updated><title type='text'>25/12/2008 02:28 am</title><content type='html'>Choveu na noite de natal do ano de dois mil e oito, uma fria chuva. Os fogos de artifício já haviam sido disparados, agora retumbavam magníficos os trovões em meio a clarões reveladores de um lindo negro cravejado de gigantescas e belíssimas nuvens.&lt;br /&gt;Nas sarjetas corria abundante a água. A tempestade em alguns momentos parecia cessar, as gotas raleavam, o vento ficava mais calmo entrando pela janela e enchendo os ambientes com o delicioso frescor da noite de chuva.&lt;br /&gt;Mas logo se ouvia outro estrondo, via-se a luz, sentia-se na pele descoberta o giro do vento, era a tempestade voltando a cantar. Seu canto ressoava na imensidão do céu embalando o sono de muitos.&lt;br /&gt;Talvez tenham ocorrido acidentes de transito, é possível também que  tenham existido pessoas que por falta de abrigo tremeram de frio nessa noite.&lt;br /&gt;Talvez tenha sido errado ficar tão feliz, mas que posso fazer se foi essa até o momento a maior beleza que vi no ano que já chega ao fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-1274492422377567160?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/1274492422377567160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=1274492422377567160' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1274492422377567160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1274492422377567160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/12/25122008-0228-am.html' title='25/12/2008 02:28 am'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-7629224432523661102</id><published>2008-12-20T21:01:00.001-08:00</published><updated>2008-12-20T21:02:49.627-08:00</updated><title type='text'>A Paixão de Jonathan Siegfried</title><content type='html'>O homem entra no consultório da já cansada doutora Vanessa, o ultimo paciente havia sido muito desgastante, mais uma esposa traída, se ela tivesse condições suspenderia todas as consultas do dia. Doutora Vanessa no auto de seus trinta e dois anos era uma mulher tranqüila, morena de pele bastante branca tinhas as bochechas levemente rosadas e proeminentes evidenciando certo excesso de peso, nada exagerado. O homem que entrava no consultório era um rapaz de no maximo vinte e sete anos, branco, já com os cabelos começando a ralear no centro da cabeça, barba por fazer, os olhos angustiados denunciavam que esse era mais um caso serio, a doutora gostava de atender os novos casos as segundas pela manhã, para poder se dedicar ao maximo a cada cliente, mas esse rapaz, Jonathan Siegfried, havia sido indicado por um antigo paciente, e parecia ter bastante pressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa Tarde Senhor Jonathan, pode se sentar nesta cadeira ou na poltrona reclinável se o senhor preferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que vou sentar na poltrona reclinável pra completar o clichê doutora - Disse o rapaz sentando-se desajeitadamente na poltrona.&lt;br /&gt;A doutora riu mecanicamente, era a segunda vez na mesma semana que alguém fazia essa piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito bem Jonathan, posso te chamar assim? - o rapaz consentiu com um gesto de cabeça - Já dei uma olhada no questionário que você preencheu na recepção, gostaria de saber o que te traz aqui hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nossa Doutora direto assim na bucha! - Jonathan esperava uma resposta que não veio da doutora - Bom... Eu tenho um problema com as mulheres... Ou melhor, na maneira como eu me relaciono com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que problema Jonathan? - A doutora se recostou na cadeira, oitenta por cento dos rapazes dessa idade que iam ao consultório começava o discurso dessa forma, nesse momento ela sentiu-se terrivelmente cansada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comecei a reparar a uns doze anos doutora, eu sempre simpatizei demais com as garotas, sabe... Na escola sempre tinha uma rodinha de caras falando de alguma garota, que ela era vaca, gostosa ou feia... Lógico que por instinto de sobrevivência eu dava umas risadas e até arriscava umas opiniões, mas eu sempre achei isso horrível demais, não me entenda mal doutora eu não sou viado.. Perdão, homossexual, nem nada mas dês dessa época eu reparava que a minha consideração pelas mulheres era incomum... - Vanessa notou mais um lugar comum no discurso do rapaz, a preocupação explicita em não parecer gay, na faculdade ela havia tido um professor que por brincadeira havia formulado um teorema baseado em sistema de atribuição de pontos que indicava o quão gay cada paciente era, essa frase já garantia 12 pontos de um total de 69 para ser considerado uma bichona safada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você tinha namoradas na escola Jonathan? - Ela já sabia a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, veja bem namorada mesmo não - nesse momento Jonathan fez uma pausa inspirou profundamente e disse - Quem eu to querendo enganar, lógico que não! Olha pra mim, eu não tive namoradas no colegial nem na faculdade nem agora, a ultima mulher que me beijou na boca tinha seis anos e me pediu um balão de parque em troca! Tirando isso eu só catei coitadas até hoje - A sinceridade de Jonathan assustou Vanessa, A maioria dos pacientes demorava umas três sessões para ter aquilo que ela chamava "Momento Over" que era quando o desgraçado ou a desgraçada caia em prantos e contava que quase todas as mentiras ridículas que eles haviam contado e que ela já sabia que eram mentiras ridículas eram na verdade mentiras ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Calma Jonathan, muito positiva a forma como você foi sincero agora! É esse então o seu problema com as mulheres? O que você quis dizer com coitadas? - Jonathan passou a mão nos olhos enxugando as lagrimas enquanto ria nervosamente da sua situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não tava querendo dizer putas e vagabundas interesseiras pra senhora doutora, e esse não é o meu problema, pelo menos não o que me trousse aqui hoje - Agora Vanessa estava surpresa, se isso não era um problema o que poderia ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual é o problema então Jonathan - Dessa vez o rapaz deveria abordar o problema diretamente, se ele fizesse outro retorno ao passado não seria um bom sinal, pois ele estava se mostrando tremendamente disposto a encarar o problema, e se mostrasse mais uma vez receio em abordar a causa raiz da visita então o problema deveria ser um monstro, do tipo "Eu me masturbo cheirando as calcinhas da minha irmã", "Eu sinto atração sexual por crianças", "Eu me masturbava cheirando as calcinhas da minha avó e sinto falta disso", "Eu estuprei alguém!" ou algo do tipo "Eu me masturbo cheirando as calcinhas da minha irmã, sinto atração sexual por crianças também me masturbava cheirando as calcinhas da minha avó, alias sinto muita falta disso e estuprei alguém ontem". Por tanto esse era um momento de muita tensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu amo todas as mulheres do mundo doutora - Doutora Vanessa suspirou discreta e aliviada e deixou escapar um sorriso ao perceber que o paciente havia corado e tampado os olhos enquanto contava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim ama?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tipo... Eu fico lembrando delas, suspirando, beijando o ar enquanto lembro do rosto delas, chorando quando ouço musica do Fabio Junior... Tipo isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas de que mulheres você esta falando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Da caixa loira do Banco do Brasil da avenida presidente Vargas, da guarda que também trabalha lá, da moça mulata que vende passes de ônibus e tem um olhar tão doce, da sua secretaria que mesmo sendo gordinha foi tão educada comigo.... E isso só pra falar das ultimas duas horas de hoje! - Foi um tremendo esforço para&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa se manter seria nesse ponto, a maneira seca e indignada do paciente era digna dos melhores shows de comédia, a única coisa que a ajudava a se manter impassível era perceber a dor do rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Calma Jonathan, vamos por partes, Por que você acha que ama essas mulheres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Puxa vida doutora, quando eu vejo elas meu coração quase estoura no peito, eu transpiro, sinto vontade de abraçar, esfregar meu rosto no rosto delas, de fazer carinho sei lá - O rapaz fez uma pausa, e quando a doutora ia emendar mais uma pergunta tentando detalhar a situação ele continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teve uma vez, em que eu estava no Ônibus do trabalho, que por sinal tem umas três moças pelas quais eu sou vidrado dai entrou essa garota, ela devia ter no maximo uns 19 anos, cabelos loiros platinados, uma calça de cintura baixa e uma camisa do palmeiras bastante apertada, um corpo escultural, um rosto meio parvo mas que parecia bondoso, ela estava usando um desses perfumes que tem um cheiro doce bastante forte, daqueles que fazem o ônibus parecer uma festa hippie com incenso vagabundo. Eu juro pra você doutora eu lembro do cheiro dessa mulher toda vez que entro em uma perfumaria, até já comprei uns perfumes tentando achar o cheiro dela! E isso já faz seis anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutora Vanessa fez uma pausa de cinco segundos antes de retomar a conversa, queria ter certeza que o paciente não tinha mais nada a dizer, enquanto isso o rapaz passava a mão nervosamente nos cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você falou do corpo da garota Jonathan, queria saber se esse amor se reflete também em desejo sexual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porra! Desculpa. Pra cassete doutora! Essa palmeirense tinha um par de peitos insandecedores, uma boca que era um pecado, outro dia eu consegui a façanha de babar olhando pro decote de uma amiga da minha mãe de quarenta e oito anos que eu sempre chamei de tia Berenice, que por sinal deve ser a mulher que mais foi "homenageada" por um mesmo rapaz em toda a história da masturbação humana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E quando você esta com essas "coitadas" que você disse Jonathan, você se lembra dessas mulheres que você ama? Como você se sente em relação a essas coitadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lógico que eu lembro doutora, mas eu não faço isso sempre não acho que em toda minha vida fiz isso no maximo umas quatorze vezes... Eu não gosto dessas mulheres justamente por que elas parecem muito sujas sei lá... Sei que é uma tremenda calhordisse dizer isso, mas é como se elas nem fossem gente. - Com certeza era uma tremenda calhordisse dizer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você nunca falou sobre isso com ninguém Jonathan?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca doutora, eu tenho poucos amigos, a maioria é no trabalho lá eu devo ser visto como uma pessoa normal, e você sabe como é trabalho, deu dezoito horas todo mundo vai pro seu canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa deu uma olhada na ficha de Jonathan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou vendo aqui que você é editor de fotografia e trabalha em uma editora, Ninguém no seu trabalho nunca te perguntou sobre seus relacionamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não entendi essa pergunta doutora, sei lá... Se brincar esse povo acha que eu sou gay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso te incomoda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento Vanessa percebeu que só tinha mais dez minutos de sessão, era importante ser rigorosa com horários, principalmente nos primeiros dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom Jonathan nossas sessões iniciais tem cinqüenta minutos, e só restam alguns minutos, gostaria nas próximas sessões de conversar mais sobre a sua infância, e sobre a forma como você enxerga as outras pessoas para a gente conversar na semana que vem gostaria também que você fizesse duas listas pra mim, sei que parece besteira, mas gostaria que você fosse muito sincero, quero uma lista com os motivos que uma garota teria para te "Amar" e os motivos para não te "Amar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tipo prós e contras doutora? - perguntou Jonathan em meio a um riso nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso! E é bastante cedo pra que eu de qualquer opinião, mas gostaria que você refletisse se o que você sente não é só desejo sexual e frustração pela sua timidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Frustração beleza doutora, mas não é só desejo! Pelo amor de Deus eu pularia na frente se alguém atirasse na senhora! - Já era esperado por Vanessa que isso fosse acontecer, só não achava que o paciente fosse se declarar pra ela depois de quarenta e cinco minutos de sessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez você deva considerar encarar a intensidade desse sentimento então Jonathan, pense em como essas mulheres reagiriam a uma declaração sua.&lt;br /&gt;E antes que Jonathan pudesse argumentar ela disse de levantando e estendendo a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espero te ver na quarta no mesmo horário, tudo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jonathan a cumprimentou e saiu da sala praticamente em silencio.&lt;br /&gt;Vanessa pegou o telefone, discou o ramal da sua secretaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Iracema, espere esse paciente sair e já pode ir, eu vou ficar um pouco mais hoje, preciso escrever algumas coisas... Boa noite pra você também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa ligou o notebook, tirou o cinto, soltou os cabelos sentou-se na cabeceira da mesa discou um numero no celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alo... Mãe... Vou chegar mais tarde hoje, não precisa me esperar pra comer, alguém ligou pra mim? Tudo bem obrigado, beijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa abriu o frigobar e retirou uma lata de coca, sentou-se na frente do computador e abriu o programa de poker online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;PS:&lt;br /&gt;(Desculpe eventuais erros de portugues! Perdido vc pode revisar pra mim?? Vlws)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-7629224432523661102?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/7629224432523661102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=7629224432523661102' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7629224432523661102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7629224432523661102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/12/paixo-de-jonathan-siegfried.html' title='A Paixão de Jonathan Siegfried'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-7029197194938675342</id><published>2008-11-16T11:53:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T19:40:15.843-08:00</updated><title type='text'>A Segunda Pior História Já Contada (Especial de natal)</title><content type='html'>Jonas era um garoto feliz apesar da pobreza de sua família, tinha costumes comuns de um garoto de sua idade.&lt;br /&gt;Mesmo com a proximidade do natal, Jonas sabia que não receberia presente algum, o ritual de sua familia incluia assistir todos os especiais de televisão, um jantar à meia noite com frango assado e a distribuição de alguns doces feita por seu avô. Mesmo sem presentes, Jonas aguardava ansioso por essa data onde as pessoas ficavam segundo ele "Mais engraçadas!".&lt;br /&gt;Porém, o natal daquele ano foi especial para Jonas, graças a uma melhoria na condição financeira da família, o pai de Jonas conseguiu comprar uma bola para o filho. Esse simples presente, de vinte cinco reais fez daquele dia, o dia mais feliz de toda a vida do garoto!&lt;br /&gt;No dia seguinte, Jonas foi com um grupo de garotos da vizinhança estreiar a bola logo cedo, não eram nem oito horas da manhã quando o grupo de moleques despontou na esquina vislumbrando o campo de areia vazio. Começaram a correr em sua direção.&lt;br /&gt;Manuel caminhoneiro experiente, evangélico, pai de duas filhas lindas de vinte e quinze anos, dormiu naquela noite na casa da viúva de um antigo companheiro seu. A relação dos dois havia começado quando após a morte de Mariano, amigo de Manuel, o caminhoneiro solidário a esposa grávida de Mariano, começou a lhe fazer visitas regulares.&lt;br /&gt;Ainda que casado e feliz, Manuel naturalmente viu a piedade se transformando em saudade e naturalmente a saudade virou vontade. Naquela manhã, Manuel que havia chegado na cidade na noite anterior teve de levantar às pressas após receber uma ligação de sua esposa que estava muito desconfiada por ter recebido uma ligação do empregador de Manuel. Este, havia colocado um dispositivo de monitoramento na carga e tinha ligado perguntando pelo esposo da mulher, uma vez que ele estava na cidade.&lt;br /&gt;Saindo de uma vez da garagem Manuel que tinha 30 anos de experiência passou por cima do grupo de garotos, um perdeu a perna, Jonas teve a cabeça esmagada, mas mesmo assim seu corpo ainda segurava firmemente a bola, em meio à espasmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-7029197194938675342?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/7029197194938675342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=7029197194938675342' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7029197194938675342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7029197194938675342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/11/segunda-pior-histria-ja-contada.html' title='A Segunda Pior História Já Contada (Especial de natal)'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-2429912386669987661</id><published>2008-10-19T10:31:00.000-07:00</published><updated>2009-05-01T14:33:23.109-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assassinos'/><title type='text'>Aquele que eu escrevi no meio da monografia</title><content type='html'>Andando em mais uma noite fria só consigo pensar em quanto tempo gastei catalogando selos, aqueles papeizinhos grudentos eram minha paixão quando tinha onze anos, uma besteira de moleque criado pelos avós.&lt;br /&gt;Como uma lembrança tão distante da minha realidade atual pode me incomodar tanto assim? Era uma besteira incentivada pelos velhos, coisa de criança que quer agradar, meu avô era sócio de algum grupo de filatelia e para a velharada, eu era uma espécie de mascote, ridículo eu sei, mas na época isso me dava tanto prazer, eu era um garoto inteligente segundo eles, acredito que diziam isso porque ao contrário da maioria dos netos que riam dessa besteira, eu adorava aquela porcaria tanto quanto eles, então quando me chamavam de "inteligente" por conta disso era uma forma de lamberem os próprios sacos.&lt;br /&gt;Enquanto caminho soturnamente pela parte de trás de um clube de vadias amputadas indo "fazer" um cafetão maldito, vejo a minha imagem refletida em uma poça de imundície, um metro e noventa e cinco, uma montanha negra de músculos, careca e com a cara cheia de cicatrizes - e uma herpes mal curada nos lábios.&lt;br /&gt;Eu suspiro e penso no Dom Pedro Segundo estampando o selo que era o meu preferido, lembro da minha avó preparando um sanduíche de mortadela tanto calor, tanto amor. Penso no jovem colombiano que matei na semana passada por ter chamado a filha gostosa e vadia do meu chefe de "Puta", isso depois da putinha ter dado um tapa na irmã mais nova do garoto só por que a colombianinha teria chamado a atenção de um namorado dela. Antes matar um merda deste não me dava nem coceira, mas estou ficando muito mole, não tiro aqueles olhos puxado da minha memória, no momento em que quebrei o maxilar daquele garoto eu era a mais perfeita imagem da injustiça.&lt;br /&gt;Abro a porta. Minha fama ajuda um pouco. Dos quatro vigias, três correm para os fundos, só sobra um garoto ruivo e magrelo. Ele me encara, xinga minha mãe e me da um soco. Enquanto caminho para a segunda porta o corpo do garoto cai com o pescoço torcido e nariz apontando para as costas, mais um idiota que eu tenho de matar pra me manter boiando nessa latrina imunda na qual vivo.&lt;br /&gt;Abro a porta, vejo uma garota de lábio leporino chupando o desgraçado, ele está de costas para porta, deve achar que sou um dos capangas, me manda falar logo o que eu quero. Fico quieto. Ele se vira, me olha e levanta apressado falando palavras desnecessárias. A vadia passa por mim encolhida, ligeira e curiosa como uma ratazana fugindo da inundação, por um instante olho no fundo dos seus olhos e imagino o que aquela garota, irmã do colombiano vai ter de fazer pra sustentar a família, linda daquele jeito.&lt;br /&gt;O desgraçado no fundo da sala não para de falar, o problema é que fui pago pra machucar muito, antes de matar, não fosse por isso ele já estaria cheirando a própria bunda. Começo a bater, depois dos primeiros socos ele já não fala mais nada, continuo batendo quando vejo em cima da sua mesa uma coisa que me chama atenção. Nesses tempos de computadores e internet o maldito estava escrevendo uma carta, e ao lado da folha vejo dois selos ainda não usados, em ambos à mesma estampa um Ipê Cor de Rosa.&lt;br /&gt;Deixo-o no chão. Leio a carta, está em espanhol, não é muito fácil entender. Ele conta para a irmã que é um empresário de sucesso no Brasil, pergunta dos sobrinhos e diz que quer visitá-los em breve. Olho para o chão, vejo um homem que ganha a vida vendendo bocetas de garotas amputadas, na carta só vejo um irmão preocupado, enviando dinheiro para cuidar dos sobrinhos. Fecho a carta ponho o selo, antes de sair dou lhe um pisão no pescoço, são cinco horas da manhã e eu não sei a que horas o correio abre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-2429912386669987661?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/2429912386669987661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=2429912386669987661' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/2429912386669987661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/2429912386669987661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/10/aquele-que-eu-escrevi-no-meio-da.html' title='Aquele que eu escrevi no meio da monografia'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-902918356684745202</id><published>2008-08-16T21:29:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:40:15.843-08:00</updated><title type='text'>A Pior História Já Contada</title><content type='html'>Eram treze horas da tarde. A metrópole pulsava. Pessoas caminhavam apressadas em todas as direções, aos pés de uma grande escadaria, um prédio público ou uma universidade talvez, não me recordo bem, surge então trôpego um homem vestido de camisa regata branca e uma calça moletom azul, calçando alpargatas amarelas já um tanto gastas pelo uso. Sua forma descordenada de andar não parecia ser motivada por embriaguez, mas sim cansaço. Por não andar tão rapidamente quanto os outros indivíduos, o congestionamento de corpos ao seu redor se intensificava. Parecendo sentir-se incomodado pela multidão ao seu redor ele parou, esticou a coluna, pôs as mãos na cintura e olhando o mar de gente ao redor, inspirou profundamente e gritou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não pretendo dar nenhuma lição de moral pras vocês seus filhos da puta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma senhora já de idade avançada que vinha passando ao seu lado o repreende:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que coisa terrível, o senhor é muito grosseiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, cale a boca sua velha puta que eu estou a ofender os viados e as biscates dos seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... E foi só isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É cara, que merda de história foi essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Triste né? Eu também pensei que ele iria fazer algo surpreendente, no final acho que me enganei, ele devia estar bêbado mesmo ou ter algum transtorno psicológico, sei lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas ele chamou a velha de puta mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chamou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cretino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É esse mundo é uma decepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Santos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-902918356684745202?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/902918356684745202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=902918356684745202' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/902918356684745202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/902918356684745202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/08/pior-histria-j-contada.html' title='A Pior História Já Contada'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-3704856070488599375</id><published>2008-07-27T17:14:00.000-07:00</published><updated>2008-12-20T09:31:10.917-08:00</updated><title type='text'>Blaise Pascal-Romanov</title><content type='html'>Os terríveis dias comuns&lt;br /&gt;As previsíveis decepções.&lt;br /&gt;A angustiante sensação de perseguição.&lt;br /&gt;Sei que ela é falsa&lt;br /&gt;Mesmo sendo verdadeira,&lt;br /&gt;sei o que eles falam de mim,&lt;br /&gt;sei que não deveria me importar,&lt;br /&gt;confiei e me arrependi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, mas não será, esse,&lt;br /&gt;uns dos fatos mais comuns da vida?&lt;br /&gt;Devo me levantar então!&lt;br /&gt;Toda a imbecilidade já está feita,&lt;br /&gt;o que foi perdido se perdeu&lt;br /&gt;a dor e a revolta não findarão&lt;br /&gt;minha mente nada esquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, por favor.&lt;br /&gt;Não me tome por presunçoso!&lt;br /&gt;Se falo uma de minhas qualidades, saiba que tenho&lt;br /&gt;para cada uma delas, um cem vezes de defeitos&lt;br /&gt;Exemplo, à covardia na ansiedade tristemente preguiçosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanto-me hoje então!&lt;br /&gt;O cano frio no ouvido&lt;br /&gt;a batida vazia de explosão.&lt;br /&gt;Lágrimas, riso.&lt;br /&gt;Lancei-me nas mãos da sorte!&lt;br /&gt;Uma chance em cinco para o fim de tudo&lt;br /&gt;mas enfim a sorte!&lt;br /&gt;Mas o jogo é perigoso da próxima vez serão duas em cinco&lt;br /&gt;assim então, até que sejam cinco em cinco.&lt;br /&gt;E seja óbvio o resultado,&lt;br /&gt;rogo então ao nada, para que a próxima não exista,&lt;br /&gt;imbuído da imbecilidade dos que querem crer,&lt;br /&gt;peço ao vácuo sagrado e inexistente uma boa sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-3704856070488599375?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/3704856070488599375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=3704856070488599375' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/3704856070488599375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/3704856070488599375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/07/blaise-pascal-romanov.html' title='Blaise Pascal-Romanov'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-1966791732420463759</id><published>2008-04-05T18:44:00.000-07:00</published><updated>2008-12-20T09:37:16.227-08:00</updated><title type='text'>Deitado no chão</title><content type='html'>Todos os músculos estão relaxados, a cara colada no chão sujo e gelado como qualquer outro chão, respiração difícil por conta da pressão do piso em seu peito, a delícia da falta de peso, a calma do não esforço, a beleza do jaz.&lt;br /&gt;Antes apenas os pés doíam. Agora pés, joelhos, coxas, pélvis, barriga, queixo, testa. Peso dividido, não há dor, relaxamento.&lt;br /&gt;A queda foi suave, não suportava mais o peso de tudo que o cercava, olhou para baixo, a cerâmica fria, a facilidade do conforto.&lt;br /&gt;Deitado no chão o mundo é frio, nada é tão bom, mas nada é tão ruim. Deitado no chão ele vê que todo o esforço, todo o estudo, todo o trabalho,  permanecer em pé, caminhando sempre em frente para nunca cair. Mas agora no chão, tão confortável, tão calmo, será que ele conseguirá se levantar? Por que se levantar? Será que não deveríamos todos nos deitar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-1966791732420463759?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/1966791732420463759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=1966791732420463759' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1966791732420463759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1966791732420463759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/04/deitado-no-cho.html' title='Deitado no chão'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-1959390928720574749</id><published>2008-03-03T18:54:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T09:39:45.769-08:00</updated><title type='text'>(LIXO) - Minha Quase Preta</title><content type='html'>No meu quarto tem uma parede preta, um dos meus parcos sonhos finalmente realizado, uma parede negra! Três paredes brancas e então a preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Preta por quê?&lt;br /&gt;- Porque eu quero uma parede preta porra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Preta deixa o quarto muito quente!&lt;br /&gt;- Eu ponho um ventilador então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Preta trás energias pesadas!&lt;br /&gt;- ... Sério?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Preta vai manchar! - Isso é verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso ter uma parede preta, por mais que eu a queira tem umas manchas brancas minúsculas, pedreiros insensíveis e desgraçados, uns incontáveis e quase microscópicos casulos de insetos, e umas infinitas e irritantes manchas de passadas de mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sonho tão pequeno e simples... Uma parede preta, não o quarto todo, não... ah não... Eu sei o meu lugar, sei que não posso pedir tanto, só uma paredinha, uma parede preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem isso dá certo!!&lt;br /&gt;Vou comprar uma lata de tinta preta, e todo dia quando chegar do trabalho retoco as falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... Acho que o cheiro de tíner vai me fazer bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-1959390928720574749?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/1959390928720574749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=1959390928720574749' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1959390928720574749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/1959390928720574749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/03/lixo-minha-quase-preta.html' title='(LIXO) - Minha Quase Preta'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-3196483022131810242</id><published>2008-03-03T18:49:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T09:42:02.093-08:00</updated><title type='text'>Voltando ^^</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_dSXOfCuFvU8/R8y5jzOw_2I/AAAAAAAAAAU/7Sw7enW7neY/s1600-h/tarrasque.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173714096640556898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_dSXOfCuFvU8/R8y5jzOw_2I/AAAAAAAAAAU/7Sw7enW7neY/s320/tarrasque.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero voltar a escrever, por isso vou firmar o pé e toda semana (pelo menos) vou colocar uma coisa nova aqui!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como vai ser uma coisa forçada (99% das vezes) eu vou colocar a palavra "LIXO" no título dos post's que forem só pra cumprir tabela......&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continuo contando com a ajuda de todos vocês (Diego...e sei lá se mais alguém lê isso ainda) com as correções de português.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-3196483022131810242?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/3196483022131810242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=3196483022131810242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/3196483022131810242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/3196483022131810242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2008/03/voltando.html' title='Voltando ^^'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_dSXOfCuFvU8/R8y5jzOw_2I/AAAAAAAAAAU/7Sw7enW7neY/s72-c/tarrasque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-7236647729738545847</id><published>2007-04-29T08:28:00.000-07:00</published><updated>2009-02-20T19:40:15.844-08:00</updated><title type='text'>O Pequeno Imbecil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O pequeno imbecil saiu de sua casa. Era mais um dia normal para o pequeno e pobre imbecil. Porém, enquanto caminhava de cabeça baixa, pois o pequeno imbecil sempre caminhava de cabeça baixa, o pequeno imbecil encontrou uma moeda de 10. Por ser cretinamente pobre e desgraçadamente sem sorte, o pequeno imbecil jamais tinha encontrado uma moeda e isso o encheu de curiosidade e pasmem, esperança. Talvez aquilo fosse um símbolo e estivesse chegando o momento do pequeno imbecil deixar de ser o pobre azarado e quem sabe até imbecil do pequeno imbecil.&lt;br /&gt;Enquanto gozava do êxtase de sua sorte o pequeno imbecil passou a não se importar com os olhos de censura que o espreitaram por toda a sua ridícula vida. Por fim, o pequeno imbecil decidiu-se. Ia comprar um pacote de balas, sim sim - disse ele - 200 balas! Mas o pequeno imbecil há muito tempo não tinha um pacote de balas só seu. O que era uma mácula na vida de um pequeno imbecil viciado em balas, pois só quem dá balas para pequenos imbecis são pessoas gordas ou loucas e quase sempre essas balas tinham gosto ruim por estarem sujas. Ou eram seguidas de olhares de arrependimento por parte de quem as dava, pois percebiam que ele era só um pequeno imbecil porém, agora ele tinha o seu próprio pacote de balas.&lt;br /&gt;Correu depressa para casa e começou a chupar as balas. No início, com prazer, mas logo essa nova sensação o cegou e ele passou a chupar três balas por vez, depois quatro, e assim rapidamente o pacote acabou e então o pequeno imbecil passou a experimentar o martírio da falta, pois até mesmo um pacote de balas faz falta para quem não está acostumado com um pacote de balas. Ainda mais para um pequeno imbecil.&lt;br /&gt;À noite, depois de chorar, sim, pois o pequeno imbecil chorou por um pacote de balas, o bobão do pequeno imbecil  - que a essa altura sentia o peito estufado e dolorido, como se o resto do suco das balas que ainda estava dentro dele quisesse sair dali não se importando com o obstáculo imposto pelas costelas e carne do pequeno imbecil - tomou uma decisão: "Da próxima vez que eu encontrar uma moeda saio correndo." E assim, o pequeno imbecil seguiu sua vida simples, até morrer vítima de um ataque cardíaco fulminante ao ganhar uma bala de troco em um açougue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pequeno Imbecil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-7236647729738545847?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/7236647729738545847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=7236647729738545847' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7236647729738545847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/7236647729738545847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2007/04/o-pequeno-imbecil.html' title='O Pequeno Imbecil'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-117642525731976252</id><published>2007-04-12T17:45:00.000-07:00</published><updated>2008-12-20T11:31:28.416-08:00</updated><title type='text'>Procuro a minha droga</title><content type='html'>Procuro a minha própria vacina&lt;br /&gt;Pois sou o doente e a doença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma droga única e sublime&lt;br /&gt;Que me permita tocar as vísceras de um Deus e sorver o seu sangue&lt;br /&gt;Algo que me arremesse para fora da minha carne&lt;br /&gt;Que me livre por alguns instantes dessa prisão de pele, ossos e gordura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas...maconha tem cheiro de maçã do amor com merda e me dá sono&lt;br /&gt;Cocaína, heroina, novalgina e epinefrina&lt;br /&gt;Dor de Cabeça, Mais dor de cabeça&lt;br /&gt;A dor passa, a vida morna segue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro um alquimista&lt;br /&gt;Um tipo de mago ou bruxo&lt;br /&gt;Um capitalista desgraçado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém que em troca de tudo o que eu tenho liberte-me de mim mesmo&lt;br /&gt;Um anarquista sem medo&lt;br /&gt;Um chaveiro que tenha coragem de forjar chaves para todas as celas&lt;br /&gt;Um louco capaz de libertar todos os criminosos do mundo&lt;br /&gt;Alguém que me venda um veneno não letal e permanente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um veneno que torne tudo mais fácil e mais rápido&lt;br /&gt;Pois é tudo difícil e devagar demais&lt;br /&gt;Que torne tudo mais complexo e calmo&lt;br /&gt;Pois os gritos simplistas a minha volta me ensurdecem&lt;br /&gt;Pois ao contrário dos que desejam ser surdos para não ouvir&lt;br /&gt;Eu desejo que os gritadores se engasguem com as próprias línguas e morram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Tain.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-117642525731976252?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/117642525731976252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=117642525731976252' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/117642525731976252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/117642525731976252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2007/04/procuro-minha-droga.html' title='Procuro a minha droga'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-116683349388537123</id><published>2006-12-22T16:23:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T11:46:19.454-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assassinos'/><title type='text'>ÚLTIMO CRIME</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na noite da sua morte. Na hora marcada...Na exata hora. Ali estava ele. Cabisbaixo, encostado na parede, sozinho na noite fria. Lá, ele esperava seu algoz. Sabia da inevitabilidade de seu fim, então melhor esperar sentado. Sairia definitivamente desse mundo de lágrimas e ódio...Na noite dos gritos. Na hora marcada...Na triste hora. Ele estava tremendo. Ansioso e indeciso, sentado na calçada, fumando sozinho. Não tinha para onde fugir. Ele chorava...Sua miséria, sua vida...Tudo aquilo que possuía estava perdido. Uma decisão. Um erro. O suficiente para destruir uma vida. O suficiente para destruir sua vida! Não há tempo para arrependimentos agora...Ah, se eu pudesse voltar o tempo...Besteira! Fiz o certo e faria tudo outra vez...Idiota é aquele que luta contra o intransponível. Cale-se!! De que adianta divagar agora???? O fim é agora, já posso sentí-lo em mim! Oh Deus, eu também ouço! Ah, que ironia um de meus últimos pensamentos ser um clamor à Deus. Mas essa será minha única súplica...Somente a essa entidade me mostrarei vencido. Não me humilharei mais. Mas sei que no momento final fraquejarei e mesmo diante do fato...Ei de pedir e implorar pateticamente...Basta! Não darei essa última vitória a ele. Minha morte será o meu último crime.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;MAIA.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-116683349388537123?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/116683349388537123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=116683349388537123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/116683349388537123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/116683349388537123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/12/ultimo-crime.html' title='ÚLTIMO CRIME'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-115179460366733140</id><published>2006-07-01T15:54:00.000-07:00</published><updated>2008-12-20T11:46:19.454-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assassinos'/><title type='text'>Cadela Abandonada</title><content type='html'>Em um beco escuro e mal iluminado, na cidade de São Paulo, uma mulher de traços asiáticos e cabelo verde, de aproximadamente vinte e cinco anos, surge saindo da entrada de serviço de uma boate. Olha para os dois lados, não vê nada, só um carro preto fechado na esquina. Ela se despede de alguém, fecha a porta e segue andando na direção oposta ao carro.&lt;br /&gt;Ela caminha apressada e alguns metros à frente ouve um bater de porta vindo do carro e então percebe um homem baixo e obeso vindo em sua direção, enquanto fuma um cigarro. Ela então enfia a mão dentro da bolsa procurando um aparelho de choque e com o dedo no botão de ativação, para antes que o homem se aproxime demais, e então se volta para ele com um sorriso impertinente no rosto e diz:&lt;br /&gt;- Já parei de trabalhar hoje fofinho, e eu só atendo no clube – apontando pra a porta por onde havia saído.&lt;br /&gt;- Bruna Samiuchi? – perguntou o homem com uma rouquidão que tornava sua voz quase incompreensível.&lt;br /&gt;- Sim, quem é você e como sabe meu nome? – E sem perder o sorriso encarou melhor o homem de bochechas grandes e olhos pequenos – Por acaso é algum fã?&lt;br /&gt;- Iago Bertunni, seu criado, perdoe-me, mas...&lt;br /&gt;- Esta perdoado Fofinho, mas agora eu tenho de ir. Tenho um compromisso e não posso me atrasar – E antes que pudesse dar as costas ao homem.&lt;br /&gt;- Serei mais direto então, você participou do seqüestro do senhor Amadeu Soares Perinoto?&lt;br /&gt;Bruna que já estava quase de costas para aquela figura patética se voltou novamente para o homem que agora parecia incrivelmente ameaçador.&lt;br /&gt;- Que merda é essa? Você é policial por acaso? – A expressão dela se tornou tensa e assustada.&lt;br /&gt;Antes de terminar a pergunta, respondendo apenas ao seu instinto de defesa, num impulso animal ela se lançou sobre ele ativando a arma de choque, atirando o homem a alguns metros sentado no chão. E enquanto Bruna corria, Bertunni pegou a arma que estava em seu colete e ergueu o braço disparando um tiro que atingiu o ombro direito da garota que cambaleou. Porém, tomada pelo medo continuou em disparada. Bertunni se levantou e começou a perseguir a garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Droga, a idade esta pesando. Daqui pra frente só mato pessoas mais velhas do que eu..." era o que pensava Bertunni enquanto perseguia a pobre moça que apesar de baleada no braço, conseguia manter uma grande velocidade.&lt;br /&gt;Quando já estava quase botando os pulmões pela boca, ele resolveu atirar novamente antes que o pavor da moça passasse e ela começasse a gritar. Atirar correndo seria desperdício, então percebendo que teria apenas alguns segundos para acertar a piranha antes que ela virasse à direita na próxima esquina. Olhando para o chão contou dois passos largos pulou uma poça d’água e parou fechando o olho esquerdo e esticando bem os dois braços. A poça atrapalhou o cálculo de Bertunni e a bala atingiu a moça no exato momento que ela virava o corpo. Ela girou e desapareceu de trás da esquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a certeza de que a garota não correria mais, ele tira o pente de sua arma e pega no bolso de dentro do colete duas balas que encaixa no pente com exímia perícia enquanto caminha rapidamente para a esquina. Antes olha ao redor, a rua está vazia.&lt;br /&gt;Ao chegar a esquina, empunha o revólver com as duas mãos ao lado da orelha esquerda, ameaça virar, para, limpa a testa e sussurra:&lt;br /&gt;- Esteja morta garota, esteja morta.&lt;br /&gt;Então ele vira, vê o corpo caído dez metros à frente.&lt;br /&gt;- Graças a Deus!&lt;br /&gt;Começa a desrosquear o silenciador quando ouve um gemido e vê a moça se arrastando apenas com a força do braço esquerdo. Bertunni balança a cabeça negativamente e volta a rosquear o silenciador enquanto anda na direção da pobre coitada. Quando ela percebe sua presença se desespera e começa a gritar:&lt;br /&gt;- Socorro! Por favor! Não me mata eu não te fiz nada! Eu falo o que você quiser, mas não me mata eu preciso cuidar da minha filha! Ela só tem seis anos!&lt;br /&gt;Ele se abaixa aponta a arma, faz um sinal para que a moça pare de falar e diz:&lt;br /&gt;- O melhor que você vai conseguir é me fazer perder uma noite de sono.&lt;br /&gt;Bruna tenta dizer algo, mas o medo e o cansaço só lhe permitem chorar e fazer uma súplica incompreensível. Um disparo no meio do peito. Ela tenta dizer alguma coisa, mas o sangue que sai pela sua boca a afoga e em alguns segundos ela desfalece. Bertunni joga o corpo pequeno dentro de uma caçamba de lixo ali perto. Limpa a pequena mancha de sangue em sua gravata azul com um lenço de papel que ele tira do bolso, volta na direção do carro, mas antes para na frente da porta do clube. Bate duas vezes, para um segundo e bate mais duas vezes. De dentro sai uma jovem também asiática com um vestido minúsculo, de no máximo dezoito anos. Ele entrega a ela um maço de notas de cinqüenta. Ela agradece e fecha a porta. Ele caminha até o carro enquanto pensa em qual deveria ser o grau de parentesco entre as duas vadias e no quanto é impossível confiar em alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Maia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-115179460366733140?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/115179460366733140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=115179460366733140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/115179460366733140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/115179460366733140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/07/cadela-abandonada.html' title='Cadela Abandonada'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-114138854534503642</id><published>2006-03-03T04:20:00.000-08:00</published><updated>2008-12-24T20:32:31.850-08:00</updated><title type='text'>Tudo pelo prazer...</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O desejo é a força que te guiará, a coragem é a única arma capaz de lhe assegurar sucesso, e a satisfação sua meta."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo se justifica pelo prazer, a simples e primária necessidade de sentir prazer, o prazer emana da vontade, e é a sua realização, ou simplesmente o gozo do bem estar. Mentes simples acreditam que o prazer pode ter algum aspecto negativo, sendo viciante e alienante, mas se existir alguém que atingiu tamanho estado de êxtase, esse alguém é um ser evoluído que jamais será compreendido por criaturas covardes, incapazes de seguirem os próprios instintos. Imbecis que se afivelam a tabus e normas, se amontoando em círculos sociais que apenas potencializam seus traumas e insanidades.&lt;br /&gt;Nessas sociedades, a única possibilidade real de iluminação é daqueles que tiveram a sorte de ter suas vontades compatíveis com o senso comum. E esses ainda assim são fracos, pois se submetem as regras feitas por outros para alcançar seus objetivos e então se acomodam, perdendo a gana e a sagacidade necessária pras usufruir plenamente de seus êxitos. A coragem é fundamental aquele que deseja obter tais êxitos. Não se acovardar em vista das pressões exteriores é requisito básico aos que crêem que desse mundo se levarmos algo serão apenas as sensações, alegrias e tristezas, dúvidas e certezas, angústias e satisfações. Entretanto, jamais subestime os bens materiais, não dê a eles mais importância do que eles têm, mas não cometa o erro maior ao subjugá-los. Jamais confie em pessoas, pois até o mais imbecil e previsível dos seres está sujeito a lampejos de razão e de vontade própria.&lt;br /&gt;Portanto, criança, siga sua vontade e não meça esforços para obter aquilo que deseja. Minta e seja verdadeiro. Nunca coloque a vontade de ninguém acima da sua, pois você é seu Deus, e só a você próprio deve adoração e verdade.&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-114138854534503642?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/114138854534503642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=114138854534503642' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/114138854534503642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/114138854534503642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/03/tudo-pelo-prazer.html' title='Tudo pelo prazer...'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-113646662690915819</id><published>2006-01-05T04:23:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T10:57:18.147-08:00</updated><title type='text'>Básico</title><content type='html'>Após minutos de olhares, ela olhou de volta. Rapidamente, ela voltou o olhar em outra direção. Ele sabia que isso era um sinal negativo, porém rapidamente ela o olhou novamente e de novo desviou o olhar quando foi correspondida.&lt;br /&gt;Uma caminhada rápida e disfarçada em direção a ela, enquanto uma série de abordagens passa por sua cabeça. Mas enquanto ele andava se distraiu e antes que tivesse se decidido já estava de frente para ela e tinha apenas duas frases na cabeça. Uma era "Nossa como o som tá alto....oi..." mas alguém já havia lhe dito que começar uma conversa com uma reclamação é coisa de cabaço então, foi ridículo mas básico.&lt;br /&gt;- Oi como é seu nome!?&lt;br /&gt;Depois de uma cara de espanto inocentemente forçada ela diz algo que o nervosismo e o som alto da música não deixam ele ouvir. Mas tudo bem. Ela sorriu e deve ter dito o nome, pelos lábios é algo entre Carla e Kátia.&lt;br /&gt;- Tá sozinha!? - Tentando parecer calmo, e se concentrando pra controlar o fluxo do sangue no corpo e não passar nenhuma vergonha.&lt;br /&gt;Ela aponta para multidão pulante onde um grupo de garotas finge não olhar em resposta. Ela grita algo sobre serem suas amigas, enquanto isso a mão dele materializa-se junto ao ombro dela. E quando ela volta o olhar, ele vem com o rosto de encontro ao dela e antes que ela pudesse fazer qualquer coisa ele a surpreende com o novo truque que aprendera com algum dos amigos. No último segundo, evita o toque dos lábios põe a boca ao lado do ouvido dela, então perde quase um segundo controlando a tremedeira, fecha e abre os olhos e num esforço sobrehumano tenta se mostrar sereno enquanto fala.&lt;br /&gt;- Eu queria te conhecer melhor, mas aqui o som tá muito alto vamos ali - aponta para uma parede a uns 10 metros, cuidadosamente escolhida antes de se lançar ao ataque.&lt;br /&gt;Ela que depois do susto do quase beijo sorri ao perceber que havia fechado os olhos, faz um sinal de aprovação com a cabeça.&lt;br /&gt;Ele pega sua mão e toma a frente desviando da multidão e criando um corredor por onde a conduz.&lt;br /&gt;Já na parede se encostam de lado. Ele depois de se apresentar, puxa uma conversa sobre a música que está tocando, dizendo que não gosta muito. Ela ri e diz gostar. O mais importante para ele é o sorriso dela, calmo e levemente exagerado, ele diz algo sobre ela ser linda enquanto põe novamente a mão em seu ombro. Ela volta o olhar para ele, então se projeta hesitante em sua direção enquanto sua mão sai do ombro da garota e volta para cintura, seguindo o mandamento que prega "Beije primeiro, alise depois". Então, ele consegue beijá-la.&lt;br /&gt;Um segundo depois num canto da pista de dança um dos amigos dele diz:&lt;br /&gt;- Filho da Puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-113646662690915819?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/113646662690915819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=113646662690915819' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113646662690915819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113646662690915819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2006/01/basico.html' title='Básico'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-113095205974821346</id><published>2005-11-02T09:17:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T10:48:55.797-08:00</updated><title type='text'>Explicação</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esse texto é um dos três que eu fiz para a promoção da revista Dragão Brasil, no ano passado, o texto escolhido iria basear um novo cenário de RPG da editora Trama, e obviamente o meu não foi escolhido, não só por ser ruim, mas também porque minhas três cartas - só era possível mandar uma por pessoa mas eu usei o nome da minha irmã e da minha mãe - voltaram, pois a caixa postal já estava fechada, sei lá...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-113095205974821346?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/113095205974821346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=113095205974821346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113095205974821346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113095205974821346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2005/11/explicao.html' title='Explicação'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-113095143928754774</id><published>2005-11-02T09:08:00.000-08:00</published><updated>2008-12-20T10:47:05.539-08:00</updated><title type='text'>APOCALIPSE 2089 – A MARCA DA BESTA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No ano de 2022, após uma série de grandes conflitos globais que colocaram a China e seus aliados, Brasil, Alemanha, África do Sul, Índia, Cuba, Rússia, França, e alguns outros países, no controle do cenário político econômico do mundo, e fizeram de algumas das mais poderosas nações européias civilizações caquéticas e vingativas, a União Mundial, aprovou o decreto global de repreensão a prática explícita religiosa, tornando proibidas as manifestações religiosas como, esculturas, cruzes e outros, sob a alegação de que tais manifestações apenas aumentam a segregação e o ódio religioso. Essa medida foi tomada tendo em vista a crescente onda de conflitos religiosos em todo mundo entre cristãos católicos, cristãos protestantes, mulçumanos e judeus. Medida que provocou várias manifestações pelo mundo, nações tradicionalmente religiosas voltaram-se contra esse decreto, em especial o Irã, notoriamente mulçumano e a Itália, de maioria católica.&lt;br /&gt;Situação que provocou um novo levante popular, que foi rebatido não com um abrandamento dos termos do decreto, mas sim com uma radicalização que desta vez, proibiu totalmente a prática religiosa. O que por sua vez provocou uma série de novos conflitos mundiais.&lt;br /&gt;Sob esse contexto, no ano de 2024, nasceram 3 crianças com a marca 666 na testa. O caso foi largamente discutido pela imprensa, um mês depois as crianças somem dos hospitais onde se encontravam. Neste mesmo ano, no mês de Agosto, 10 padres católicos se suicidam em frente ao parlamento Inglês gritando “O fim! O fim! O dia dele vai chegar!”. Vários outros incidentes acontecem pelo mundo nos anos que se seguiram. Assim em 2029 nascem em todo o mundo, mais 1600 crianças com a marca, todas nascidas no período da páscoa desse ano. Em 2038, as marcas começam a surgir também na testa de adultos. Causando, histeria em massa, vários atentados terroristas e inúmeros suicídios, tudo simultâneo a um enorme surto de malária que mata milhares nas Américas e no resto do mundo.&lt;br /&gt;Finalmente em 2039, um grande acidente durante pesquisas militares, para obtenção e o controle de energia antimatéria, na Cordilheira dos Andes, Chile, provoca um fenômeno atmosférico nunca antes visto. Durante 2 semanas, toda a atmosfera terrestre adquire um tom avermelhado. Nesse período, surgem inúmeros médiuns e religiosos que vêm à público anunciar o fim do mundo no ano de 2089. A maioria das histórias devem se passar no período que vai de 2039 há 2089.&lt;br /&gt;Tudo isso, em um mundo onde a disparidade social aumentou num grau absurdo, os ricos e os burocratas, vivem em fortalezas vigiadas e muito bem abastecidas, enquanto a grande maioria da população sofre os horrores da pobreza, um mundo onde os elevados índices de poluição e o largo uso de armas químicas feito em outras épocas culminaram no surgimento de mutações. Um mundo onde a tecnologia armamentista evolui em um ritmo altamente descontrolado, onde é possível fazer nano implantes ou implantes de armas biônicas em qualquer beco, desde que se pague o alto valor pedido. Um mundo a beira do seu fim. Um mundo de caos. Um mundo sem salvAÇÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Eu acho que esse texto num tem muito a ver com a temática do site, mas como só tenho ele pronto ...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Maia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-113095143928754774?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/113095143928754774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=113095143928754774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113095143928754774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113095143928754774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2005/11/apocalipse-2089-marca-da-besta.html' title='APOCALIPSE 2089 – A MARCA DA BESTA'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18414302.post-113054479454220166</id><published>2005-10-28T17:06:00.000-07:00</published><updated>2008-12-20T10:38:37.671-08:00</updated><title type='text'>Primeiras histórias...</title><content type='html'>Esse blog será um ponto para publicação de vários textos escritos por todos os membros do grupo tarrasques arqueiros, sejam eles crônicas, histórias, textos filosóficos ou argumentativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes dos membros do grupo podem ser conhecidos, porém fica proibida a divulgação do nome do membro por trás de cada "nick"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão feitas melhoras no visual da página mas enquanto isso já estaremos publicando alguns de nossos textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Atenciosamente&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;&lt;strong&gt;Kobold Assassino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18414302-113054479454220166?l=tarrasquearqueiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/feeds/113054479454220166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18414302&amp;postID=113054479454220166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113054479454220166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18414302/posts/default/113054479454220166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tarrasquearqueiro.blogspot.com/2005/10/primeiras-histrias.html' title='Primeiras histórias...'/><author><name>Raphael Maia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12624620028536212441</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
